
Aquela hora que você fica de saco cheio de alguma coisa e diz: é agora.
Por vezes, sabemos até onde estão os 'problemas' mas não sabemos como agir. Isso pode ser no trabalho, num curso, numa amizade, num namoro, num projeto e onde mais você imaginar.
As vezes, você já tentou mudar - ou mudar alguém/situação - e vê que as medidas que tomou ainda não foram suficientes. Resta assim, duas constatações: analisar se você usou todas as armas que possuía e definir o quanto a questão é prioritária ou importante na sua vida.
Se você acha que ainda não usou todas as armas, porque não ser mais enfático ou mais audacioso numa tentativa de solução? Como diz uma amiga: tá no inferno abraça o capeta! Ou, se você já abraçou, beijou e dançou conga com ele, colléague, pode ser a hora de partir pro plano B e desapegar da situação.
A gente fala em Tom de Cavalcante mas o negocio é sério: tem vezes que a gente quer salvar quem já morreu e nessas a gente ou entra no buraco ou morre junto.
O problema é que Freud conseguiu listar o ego, o superego, o ID, mas esqueceu o lado PQP da nossa consciência que fica atravancando a gente pra trás em um monte de decisões que precisamos tomar por medo.
Esse lado é aquele que fala no nosso ouvido com voz de Freddy Mercury prateado repentindo mantras do tipo: "se você pedir demissão não vai mais arranjar emprego", "se você largar ele vai ficar solteiro", "se você falar assim vai magoar a sua amiga"... [ se você não pegou o feeling, clica aqui e depois releia a frase que você vai pegar ]
Nessa hora, ás vezes (falo as vezes porque tem gente que não sabe o que é senso) é válido apertar o foda-se e dizer umas coisas pra ver logo se a gente conserta a situação ou se o barraco pega fogo logo e acaba a palhaçada. Quem sabe nessa hora você descobre que nem emprego, nem o namorado, nem a sua amiga eram pra você?
Medo é o pior carma que existe. E nem você com um cheque de 500 reais na sessão do descarrego consegue se livrar.
E não amigo leitor, eu não estou brincando!